O termo ‘criselefantino’ é utilizado para designar um estilo belíssimo de esculturas, principalmente do estilo ‘art nouveau e art decó’ desde o final do século XIX , com auge entre 1925 e 1935. Neste contexto são estatuetas com o corpo (mãos, braços, pernas, rostos) em marfim, roupas e olhos em detalhes variados de outros materiais e entalhes bronze, mármore, prata, ônix e até ouro. Grande destaque a Demétre Haralamb Chiparus (16 Set 1886 – 22 Jan 1947)

No entanto, na Grécia Antiga, o criselefantino era o termo técnico dado a um determinado tipo de escultura (ou imagem) de culto que teve um grande prestígio. As estátuas criselefantinas eram construídas sob um marco de madeira que recebiam finos blocos talhados de marfim representando ‘o corpo humano, parte física’ e o ouro que representava as vestes, a armadura, o cabelo e outros detalhes. Em alguns casos de usava-se cristais, pedras preciosas e semipreciosas para detalhes como os olhos, as joias e as armas (ou armaduras). E devido ao altíssimo valor de alguns dos materiais e à natureza não-perecível no tempo, a maioria das estátuas criselefantinas foi destruída na antiguidade e na idade média.