Caneta-tinteiro (dicionário)

Caneta-tinteiro (dicionário)

Fotos meramente ilustrativas no nosso DICIONÁRIO DE ANTIGUIDADES.  Não fazem parte do nosso acervo!

Espécie de caneta que contém um RESERVATÓRIO RECARREGÁVEL para a tinta. Nos primeiros anos do século XX ainda eram usadas as canetas simples (caneta de pena) de molhar no tinteiro. Nesta época as carteiras escolares possuíam um orifício onde se colocava o tinteiro. Os modelos com reservatório são mais recentes. As canetas-tinteiro usam tinta à base de água e pigmentos colorantes, entre eles a NANQUIM.

Borda rendada ou vazada (dicionário)

Borda rendada ou vazada (dicionário)

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Técnica decorativa que algumas fábricas de porcelanas empregam (empregaram) para adornar e valorizar pratos, cestas, fruteiras, conferindo rico detalhe à porcelana, mais propriamente em sua borda (margem), com desenhos vazados. Essas peças são popularmente conhecidas como peças “com borda rendada” (ou vazada). Em antiguidades é comum encontrarmos objetos rendados em porcelanas de procedência alemã (Bavária, Schumann), mas indústrias nacionais como a Porcelana Schmidt e outras, também confeccionaram belos exemplares com borda vazada.

As Três Graças (dicionário)

As Três Graças (dicionário)

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De acordo com a mitologia grega, as graças (Cárides) são as deusas (filhas de Zeus e Eunômia) que representam sentimentos e virtudes nobres como o encanto, a concórdia, a gratidão, a prosperidade familiar e a sorte. Em outra versão, elas são filhas de Zeus com Hera: são elas que espalham a alegria na natureza e no coração dos homens, e até no dos deuses. 

Dotadas de beleza ímpar, eram as três dançarinas (musas) das festas no Monte Olimpo e se tornaram símbolo da harmonia do mundo clássico. Atribui-se às Graças toda a espécie de influências nos trabalhos do espírito e nas obras de arte. Por isso são referenciadas pelas danças, corais e também pela música. Nas primeiras representações plásticas, elas apareciam vestidas. Posteriormente, entretanto, foram representadas como jovens desnudas e de mãos dadas. São representadas em grupos escultóricos ou em pinturas. Inspiraram obras célebres como “A primavera”, de Botticelli,  “As Três Graças”, de Rubens e a escultura de Antonio Canova.

Palmatória (dicionário)

Palmatória (dicionário)

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Peça (geralmente circular) de madeira e provida de um cabo. Era utilizado para bater na palma da mão de pessoa castigada. Este instrumento foi muito utilizado no passado nas escolas pelos professores a fim de castigar alunos. Algumas palmatórias podem conter furos no círculo, a fim de aumentar a sensação dolorosa. Desde os anos 70, seu uso é considerado crime no Brasil.

Castiçal palmatória (dicionário)

Castiçal palmatória (dicionário)

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Tipo de castiçal baixo dotado de pequeno elo (alça) por onde passa o dedo indicador. O polegar pressiona o castiçal (para baixo) e os outros 3 dedos formam uma base: o castiçal fica na PALMA da mão para ser transportado.

Monóculo (dicionário)

Monóculo (dicionário)

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Tipo de lente corretiva utilizado para corrigir a visão em apenas um olho. É constituída por uma lente circular, geralmente com um fio ao redor da circunferência do anel que pode ser associado a uma corda. A outra extremidade da corda é então ligada ao vestuário em uso para evitar a perda do monóculo. A origem da palavra vem do grego: mónos, único e do Latil oculu, olho. O monóculo também serve para ver ao longe coisas que não conseguimos avistar.

Nas décadas de 70 e 80 tornaram-se populares os monóculos que são instrumentos para apreciação de fotografia: era extraído uma parte do “negativo” do filme, e assim inserido na parte branca e depois no visor você  conseguia ver a foto quando olhasse para a luz.

Santo do pau oco (dicionário)

Santo do pau oco (dicionário)

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Santo do pau oco é uma expressão popular utilizada no Brasil para designar pessoas dissimuladas, cuja origem mítica é derivada de aspectos históricos.

Segundo o imaginário popular, o santo do pau oco era, nas regiões mineradoras brasileiras e durante o período colonial, um símbolo do contrabando do ouro em pedra ou pó ou de diamantes, ou seja, as imagens devocionais eram utilizadas como esconderijo aos olhos do fisco. Governadores, escravos e clérigos estavam envolvidos nesse tipo de contrabando.

Essa versão é tida como lenda, assim como muitas histórias em Minas derivadas desse tipo de imagem, com pouca comprovação dessa utilização. Provavelmente, esse tipo de imagem era feito pelos mesmos motivos que na Europa, onde, desde a Idade Média, as esculturas em madeira eram escavadas para que as peças rachassem menos e ficassem mais leves

Lornhons, óculos (dicionário)

Lornhons, óculos (dicionário)

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Modelo precursor de óculos inventado no século XV, e que antecedeu o pince-nez (pincenê). A a diferença que os Lornhons tinham uma haste lateral para ser colocado em frente aos olhos. Este curioso e charmoso modelo de óculos continuou sendo fabricado até o início do século XX.

Pince-nez ou pincenê (dicionário)

Pince-nez ou pincenê (dicionário)

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Modelo de óculos usado do século XV até o início do século XX, cuja estrutura era desprovida de hastes. Sua fixação era feita apenas fixando-o sobre o nariz. Diferente dos Lornhons cujo modelo era dotado de haste lateral para ser colocado em frente aos olhos, o Pince-nez prendia seus aros como uma pinça a ossatura do nariz. O modelo foi superado pelos óculos de hastes modernos como os Numont cujos aros superiores ou inferiores eram finos e ofereciam leveza e segurança.

Peanha (dicionário)

Peanha (dicionário)

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Tipo de suporte (pequena estante ou pedestal) para acomodar e destacar estatuetas (figuras) religiosas (santos, cruz etc)