Estanho (dicionário)

Estanho (dicionário)

Fotos meramente ilustrativas no nosso DICIONÁRIO DE ANTIGUIDADES.  Não fazem parte do nosso acervo!

Metal cinza-claro mais duro e mais leve que o chumbo, já era mencionado nos tempos bíblicos: é um dos metais mais antigos conhecidos. O estanho é maleável em baixas temperaturas porém é frágil quando aquecido. É usado para produzir diversas ligas metálicas utilizados para recobrir outros metais para protegê-los da corrosão. No final do reinado de Luiz XIV a escassez de prata faz surgir na mesa de grandes senhores a baixela de estanho. As “MEDIDAS” ou canecas de estanho sempre foram utilizados para medir a quantidade de bebidas. No período vitoriano (século XIX) eram usados, apenas pelas classes operárias (bules, jarros, castiçais, pratos etc). Mais tarde, no movimento Arts & Crafs volta a ter prestígio, sendo utilizados como objetos de arte e utilitários. No período Art Nouveau ganha ainda mais força. Aparecem guarnições em estanho inclusive na famosa cristaleira francesa de Baccarat.

Estilo Verniz Martin (dicionário)

Estilo Verniz Martin (dicionário)

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Estilo de móveis franceses com características bem próprias, que sempre têm delicadas pinturas de cenas antigas, rica bronzeria e vidros (ou portas) bombê. Muitas dessas cenas (paisagens) são assinadas. Ao término da pintura, o móvel recebia uma camada de “verniz” que imitava a laca chinesa (charão). A técnica foi aplicada a uma grande variedade de peças e teve seu apogeu no período do estilo Luís XV. A denominação vem dos seus autores, os irmãos parisienses Guillaume e Etienne- Simon Martin.

Vidro de leite ou milk glass (dicionário)

Vidro de leite ou milk glass (dicionário)

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Tipo de vidro branco ou colorido opaco ou translúcido , soprado ou pressionado em uma ampla variedade de formas. Primeiramente foi feito em Veneza , no século XVI. As cores incluem azul, verde rosa, amarelo, marrom, preto. Mas foi a cor branca que tornou seu nome popular. O vidro de leite tem um considerável número de colecionadores. 

Vidro pega moscas (dicionário)

Vidro pega moscas (dicionário)

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Armadilha para pegar moscas que era popular até início do século XX e que funciona da seguinte forma: O seu interior é formado por um círculo com borda alta que facilita a colocação de água com açúcar que atrai as moscas. Elas entram por baixo do vidro (abertura inferior). Se alimentam e quando tentam voar, não conseguem mais sair e acabam por cair na água.

Prata portuguesa (dicionário)

Prata portuguesa (dicionário)

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Foi na época das grandes descobertas, no século XV, que Portugal começou a desenvolver o gosto pelos artigos de prata. Entre as primeiras peças executadas, destacavam-se travessas e jarros. Os motivos decorativos e adornos das peças receberam a influência das fantásticas viagens empreendidas por seus famosos navegadores. Era comum aparecerem nos trabalhos cenas de batalha, combates com índios selvagens e até animais fantásticos em meio a uma flora. O apogeu na arte da prata em Portugal aconteceu na fase final da arte manuelina, em época de grande riqueza. Se no século XVII houve um empobrecimento que se refletiu na prataria, no século XVIII a produção desses artigos recebeu forte influência francesa, os trabalhos ganhando refinamento artístico, mas perdendo, por outro lado, a originalidade da criação portuguesa. No final deste e no começo do século XIX, foi o estilo inglês, principalmente o Adam, que influenciou a produção da prata em Portugal.

As peças de pratas produzidas em Portugal até 1886, recebiam contrastes apostos por conceituados membros da Corporação dos Ourives, que verificavam o teor de prata na liga e classificavam a prata como 11, 10 e 9 dinheiros (toque mínimo), que correspondiam a 11/12, 10/12 e 9/12 de metal fino da liga ou ainda o equivalente a 22, 20 e 18 quilates. Na data referida acima, foram fundadas as contrastarias ligadas à Casa da Moeda. Os números antigos usados pela Corporação dos Ourives foram substituídos, mantendo a equivalência, por 0.916, 0.833 e 0.750, especificações que se mantêm válidas até hoje. Para serem usadas, as marcas dos contrastes eram obrigadas a ter registro nas câmaras municipais das cidades de origem e ainda constar numa corporação chamada de Confraria de Santo Elói. As marcas indicam, além do contraste, a localidade onde a peça foi fabricada e o autor do trabalho.

Os contrastes antigos tinham, normalmente, uma inicial geralmente coroada, que identificava a origem da peça de prata. Assim, Lisboa era representada por um “L”, o Porto por um “P”, Guimarães tinha um “G”, o “C” é de Coimbra, o “B” de Braga, “S” para Setúbal e Santarém e um “E” para Évora. O teor de prata são representados por algarismos romanos (XI, X e IX dinheiros) ou ainda algarismos arábicos. O fabricante normalmente usava suas iniciais para identificar a peça.

Vitrine ou vitrina (dicionário)

Vitrine ou vitrina (dicionário)

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Móvel ou armário com porta(s) envidraçada(s), onde se expõem e guardam objetos de arte, louças, cristais e coleções. As laterais, normalmente também são envidraçadas.

Vidro Ingrid (malaquita ou malachite) – dicionário

Vidro Ingrid (malaquita ou malachite) – dicionário

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Malaquita é um mineral do grupo dos carbonatos (carbonato de cobre). Tem dureza de nível médio e sua cor é verde brilhante. É considerado um mineral raro que é utilizado na produção de diversos artigos de joalheria e de decoração, como vasos, conjuntos de tocador, etc. É extraída na África, principalmente no Zaire e na Zâmbia e também na Rússia, EUA e Austrália. O vidro de malaquita é um vidro criado para se assemelhar à cor e os tons da pedra de malaquita.

Ingrid é o nome de uma série de itens de vidro prensado artísticos feitas por Henry Schlevogt e nomeados assim em homenagem à sua filha INGRID. As peças são esculturais e elegantes. Às vezes são confundidos como Lalique ou Moser.

Sinete (dicionário)

Sinete (dicionário)

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Pequeno objeto de metal como ouro ou prata (tipo coluna ou anel) usado como “assinatura do proprietário e/ou responsável” para selar, lacras e autenticar documentos e cartas. Após a assinatura, a impressão é feita com um pouco de cera que é derramada sobre o papel no qual é pressionado o com o sinete, deixando um desenho pessoal, como um brasão ou um símbolo. Nos séculos XVI e XVII os sinetes foram amplamente utilizados.

Torso (dicionário)

Torso (dicionário)

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Escultura que representa o corpo humano sem cabeça e sem os membros. Conjunto constituído pelas espáduas, pelo tórax e pela parte superior do abdome.

Velocípede (dicionário)

Velocípede (dicionário)

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Antiga bicicleta de duas rodas do século XIX, sendo a traseira muito inferior à dianteira. Estão interligadas por um tubo metálico arqueado sobre o qual assenta o selim de couro. O guiador, bastante largo e contra-curvado, liga-se aos pedais por meio de dois tubos verticais paralelos. O termo foi cunhado pelo francês Joseph Niépce em 1818 para descrever sua versão do Laufmaschine, que foi inventado pelo alemão Karl Drais, em 1817. Atualmente, o termo “velocípede” se utiliza para descrever os principais tipos de veículo de tração humana como monociclo, bicicleta, triciclo e quadriciclo.