Récamier (dicionário)

Récamier (dicionário)

Fotos meramente ilustrativas no nosso DICIONÁRIO DE ANTIGUIDADES. Não fazem parte do nosso acervo!

Tipo de sofá ou chaise-longue que possui uma leve inclinação. O sofá adquiriu esse nome devido a uma obra retratada pelo pintor neoclássico Jacques-Louis David (aprox. 1800) que retratou a socialite parisiense “Juliette Récamier” reclinada, em vestes brancas, sobre um sofá desse modelo. A obra é um óleo sobre tela e está exposta no Museu do Louvre.

OBS: na chaise-longue os pés não ficam “guarnecidos”. O sofá é aberto (livre) nos pés.

Ver Bergére

Ver Canapé

Ver Chaise-longue

Ver Conversadeira

Ver Marquesa

Ver Marquise

Ver Namoradeira

Estilo Boulle (dicionário)

Estilo Boulle (dicionário)

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André-Charles Boulle (11/11/1642 – 29/02/1732) desenhou e produziu mobiliário para a corte do Rei Luís XIV (estilo Barroco), famoso pelo seu trabalho de marqueteria de alta qualidade: mosaico ornamental composto por diferentes materiais e constituindo verdadeiras peças de joalharia, não só pelo detalhe e requinte dos padrões decorativos, como também pela utilização de valiosos materiais. O estilo das suas peças de mobiliário influenciou a estética por toda a Europa, dando nome ao que ficou conhecido como o Estilo Boulle. Os materiais empregados oferecem contraste de cor e efeito visual claro-escuro. As aplicações metálicas (bronze e latão – geralmente dourados) são utilizadas na com madeira (geralmente polida e preta), marfim, madrepérola e casco de tartaruga, entre outros. Como motivos decorativos são preferenciados os elementos da flora, além de borboletas e pássaros. Para proteger as arestas e os cantos, e também com objetivo ornamental, são ainda aplicados relevos, figuras e pés em metal.

Lustre Estilo Maria Antonieta (dicionário)

Lustre Estilo Maria Antonieta (dicionário)

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Maria Antonieta ( nascida em Viena em 2/11/1755-16/10/1793), rainha da França. Em 1770 casa-se com o herdeiro do trono francês. Torna-se rainha em 1774, quando seu marido é coroado rei Luís XVI. Os lustres estilo “Maria Antonieta” caracterizam-se pela presença significativa de cristais. Este tipo de lustre possui características e detalhes que lhe conferem um estilo clássico e ao mesmo tempo romântico. Sua base estrutural é em metal cromado mas todo o corpo é em cristal, assim como toda a decoração (igualmente em cristal): lanças, amêndoas, pingentes, lanças, bobeches e bolas em vidro e correntes de contas.

Xícara Bigodeira (dicionário)

Xícara Bigodeira (dicionário)

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Tipo especial de xícara masculina. As “bigodeiras” floresceram durante a era vitoriana (final do século XIX). Muitas vezes, cera era aplicada para no bigode para mantê-lo agradavelmente rígido. E aí estava um problema que surgiu quando vapor que provinha das xícaras de chá quente ou café eram levadas até a boca para se beber: o vapor derretia a cera e ainda a enviava para dentro da xícara. Finalmente, Harvey Adams, um inglês inovador, em 1860 veio com uma invenção incomum: “a xícara de bigode”. Esta tinha uma borda (um aparato de louça), chamada de guarda-bigode. A saliência tem uma abertura semicircular contra a lateral da xícara. O bigode assim, podia descansar seguro e seco sobre a guarda, enquanto se tomava uma bebida quente através da abertura. A nova invenção se espalhou rapidamente por todo o continente europeu. Uma multiplicidade de xícaras de bigode foram feitas por fábricas famosas, como Meissen, Royal Crown Derby, Imari, o Royal Bayreuth, Limoges e outros. Cada fábrica criou sua própria versão deste utensílios de mesa masculino e a notícia de que a invenção logo se espalhou para a América. Com a queda da moda do “bigode com cera”, a produção deste tipo de xícaras caiu em decadência. São objetos raros – colecionáveis.

Muitas pessoas (e até antiquários) confundem, julgando e divulgando que a função deste tipo de xícara é para não SUJAR o bigode. Informação equivocada!

WMF (dicionário)

WMF (dicionário)

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WMF: abreviação para Wurttembergische MetallWaren Fabrik (ALEMANHA) É considerada uma das mais importantes fábricas de metais artísticos do mundo. Em parceria com grandes cristaleiras (Baccarat, Saint Louis…) criou peças fantasticamente bem elaboradas, ricas em detalhes. Especialmente no período Art Nouveau (1890-1915). As peças WMF são raras, colecionáneis e a fábrica possui catálogo de suas peças mais especiais. Sua “marca registrada” é a estampa de uma cegonha, geralmente dentro de um losango ou simplesmente as iniciais “WMF”. O metal mais utilizado nas “obras de arte” geralmente era o peltre.

Pátina (dicionário)

Pátina (dicionário)

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Camada fina e natural que se forma sobre uma superfície: pedra, cobre, bronze e metais similares. Tipo de mancha produzida por oxidação ou por outros processos químicos.Em móveis de madeira: efeito produzido pela idade, desgaste, e aplicação e polimento de tinta (geralmente branca). As pátinas podem ser esteticamente atraentes.

Ver decapê.

Palatnik (dicionário)

Palatnik (dicionário)

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Abraham Palatnik (1928-2020), nascido em Natal/RN foi um artista plástico brasileiro, pioneiro da abstração geométrica e da arte cinética no Brasil. Algumas de suas obras contêm instalações elétricas que criam movimentos e jogos de luzes. Entre as décadas de 1950 e 1990, Palatnik dedicou-se a confeccionar verdadeiro zoológico de acrílico: gatos, aves, girafas e diversos animais foram cuidadosamente feitos em acrílico e tinta. Constituem verdadeiras obras de arte, e foram exportados para a Europa e a Ásia. São peças raras e disputados por colecionadores. Normalmente o artista não assinava suas peças. Mas algumas obras receberam discreta abreviação do seu sobrenome: “Pal.” O rigor matemático e precisão dos traços é uma constante nas suas obras.

Overlay (dicionário)

Overlay (dicionário)

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Técnica de confecção de peças em uma camada grossa de cristal puro (podendo ser colorido) e coberta por outra camada de cristal branco leitoso. Sobre essa segunda camada de cristal é que são feitos desenhos simétricos, folhas ou flores, que deixam aparecer a primeira camada de cristal.

Processo: Este produto requer a sobreposição de dois tipos de materiais: o cristal colorido e o cristal transparente. Primeiramente são produzidas as peças coloridas em formato de meia lua. Iniciando o processo de fabricação, colhe com a cana de vidreiro o cristal transparente que está no cadinho de fundição (panela onde se concentra o material em estado incandescente) que, em seguida, é acoplado dentro da peça colorida previamente aquecida. Feito isto, ela é levada novamente a um forno específico para ser aquecida até atingir a temperatura ideal para ser soprada pelo artesão. Após esta etapa da conformação, a peça irá passar por várias operações culminando com a escolha da lapidação que será aplicada. Na fase da lapidação, o artesão trabalha a peça utilizando um rebolo que vai devastando a camada de cristal colorido, propiciando a aparição do cristal transparente conforme design da lapidação. Por fim, é feito todo o processo de controle de qualidade para evitar possíveis imperfeições.

Ormolu ou Bronze Doré (dicionário)

Ormolu ou Bronze Doré (dicionário)

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Termo inglês , usado desde o século XVIII para a técnica de aplicação de ouro de alto quilate finamente moído e amálgama de mercúrio, num objeto de bronze. O mercúrio é expulso em um forno deixando na peça um verniz de cor dourada do ouro, que permanece. Os franceses se referem a esta técnica como bronze doré.