LO 449 – Petisqueira ou tigela pequena de porcelana alemã Rosenthal decorada com flores douradas

LO 449 – Petisqueira ou tigela pequena de porcelana alemã Rosenthal decorada com flores douradas

Belíssima petisqueira ou tigela pequena, feita de porcelana alemã da fabricante Rosenthal. A empresa foi fundada em 1879, e é considerada uma das mais importantes fabricantes de porcelana da região da Bavária e da Alemanha. Apresenta decoração de ramos e flores em dourado, além de delicado relevo geométrico em toda a peça. De meados do século passado, está em ótimo estado de conservação, perfeita para uso ou decoração.

Medidas:
Altura: 3,3 cm
Diâmetro: 12,7 cm

Valor à vista: R$ 65,00

Referência: LO 449

Vidro ou cristal

Fotos meramente ilustrativas no nosso DICIONÁRIO DE ANTIGUIDADES.  Não fazem parte do nosso acervo!

O cristal propriamente dito é aquele tipo de mineral encontrado na natureza que abrange tanto o diamante quanto o quartzo.

O vidro cristal é um tipo de material utilizado para a fabricação de lustres, taças e copos mais refinados.

“O vidro cristal e o vidro comum têm uma estrutura molecular praticamente idêntica: a diferença está nos elementos químicos que compõem essa estrutura”.

Detalhe químico separa o vidro comum do cristal:

1 – A estrutura molecular de ambos os materiais tem o mesmo desenho.

2 – O principal componente dos dois é a areia (sílica). Os outros ingredientes é que variam.

3 – O vidro comum combina a sílica com óxido de sódio, óxido de cálcio e óxido de alumínio.

4 – O cristal acresce à sílica apenas o óxido de chumbo (substância que dá mais brilho e maior peso ao produto).

CARACTERÍSTICAS DO VIDRO COMUM:

O custo é mais baixo, é mais comum (mais popular). NÃO É CRISTALino. É mais translúcido. O toque é mais “aspero”. Se colocar um líquido dentro (de um recepiente de vidro) ele fica mais nebuloso, O vidro ABSORVE o som, que fica mais denso, mais seco. Ou seja, não produz uma nota musical, ao ser tocado.

O VIDRO CRISTAL:

O óxido de chumbo, presente na composição do vidro cristal com a  base de sílica (areia), confere mais dureza, rigidez, peso, brilho CRISTALino, transparência, fragilidade e SORONIDADE à peça. O líquido dentro de um recipiente de vidro cristal fica mais visível, claro, límpido. Ao toque, tem-se uma sensação mais suave e arredondada.  Ao ser tocado (ex, com as unhas de 2 dedos puxados simultaneamente à sua borda para fora), emite uma NOTA MUSICAL. longa. Tanto é que é possível, inclusive, fazer-se música utilizando-se de vários copos.

 

Mimeógrafo (dicionário)

Mimeógrafo (dicionário)

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Aparelho cujo método de impressão foi inventado em 1923 por Wilhelm Ritzerfeld e comumente utilizado para o resto do século XX. Um maiores componentes dos solventes usados como “tintas” nessas máquinas era o álcool. Também conhecido por duplicador a álcool.

Tiffany (dicionário)

Tiffany (dicionário)

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Tipo de luminária com mosaico de vidro projetada por Louis Comfort Tiffany e seu estúdio de design. Tiffany (1848-1933), foi um artista e empresário norte-americano, considerado um dos maiores nomes do movimento Art Nouveau. Devido à influência dominante do estilo de Tiffany, os termos “luminária Tiffany” ou ” luminária estilo Tiffany” têm sido frequentemente utilizados para referir-se à luminárias de vitral colorido de chumbo, mesmo aquelas que não foram feitas pela companhia de Louis Comfort Tiffany. A primeira luminária de Tiffany foi criada em torno de 1895. O sucesso da Tiffany em toda a Europa foi, em grande parte, devido ao sucesso de suas obras nos mercados alemães e austro-húngaros através de uma série de exposições a partir de 1897, como na Exposição Internacional de Arte em Dresden. O desenho das luminárias geralmente tem inspiração na Natureza: aparecem flores, libélulas, aranhas com teias, borboletas, penas de pavão, etc.

A Tiffany Company produziu não apenas luminárias, mas também vitrais, plafons, joias etc.

Marfim (dicionário)

Marfim (dicionário)

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Material branco-leitoso, translúcido a opaco, mais compacto que o osso, que forma a parte central das presas de animais, como o elefante e o hipopótamo. O material foi muito utilizado na antiguidade na confecção de joias, esculturas e diversos outros artefatos, incluindo religiosos. Abominada por pessoas sensíveis à preservação da vida e do meio ambiente, a prática do abate desses animais para este fim está proibida na maioria dos países e é considerada crime e causa a extinção dessas espécies.

Ver também criselefantino (a).

Canutilho, lustre de (dicionário)

Canutilho, lustre de (dicionário)

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Canutilho é o elemento de vidro (ou cristal) em formato de canudo (oco) e que foi empregado principalmente nos anos 40 e 50 para a confecção de lustres cujo efeito estético é bem peculiar e delicado.

Polyphon (dicionário)

Polyphon (dicionário)

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Tipo de caixa de música bastante rara. Consiste num dispositivo mecânico que foi primeiramente fabricado pela Polyphon Musikwerke,  localizado em Leipzig, Alemanha. Inventado em 1870, nesta caixa são encaixados discos metálicos (normalmente ficam de pé dentro da caixa) que giram no sentido horário e são movidos à manivela. A produção em larga escala começou por volta de 1897 e continuou até o início de 1900. Os polyphons foram exportados para todo mundo. O polyphon foi o antecessor do gramofone.

Ver vitrola

Ver eletrola

Gramofone (dicionário)

Gramofone (dicionário)

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Invenção do alemão Emil Berliner, em 1888 e que reproduz som gravado utilizando um disco plano: tipo de aparelho de som um disco giratório coberto com cobre, cera ou baquelite entre outros onde são gravadas por uma agulha, as vibrações de um som emitido e afunilado em uma corneta metálica, interligada a uma lâmina (membrana) que sustenta a agulha. Com a emissão do som o ar movimenta-se vibrando a lâmina que faz a agulha riscar em forma de ondas a superfície do disco que está girando. Os autênticos gramofones antigos são raros e muito procurados. A movimentação do disco é feito através de corda (à manivela). O gramofone é o antecessor da vitrola e sucessor do polyphon.

Ver também eletrola.

 

Eletrola (dicionário)

Eletrola (dicionário)

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Tipo de aparelho de som para tocar discos de baquelite ou vinil. Consiste de uma caixa que acomoda o prato circular, que gira no sentido horário e que é acionado por energia elétrica (daí o nome ELETRola). Este aparelho sucedeu a vitrola e foi o antecessor do toca-discos (LPs).  No centro da caixa há um pino central onde se encaixa o disco. Para se ouvir o disco, desde o início, a agulha é colocada na borda externa do disco. Os MÓVEIS ELETROLA combinam a eletrola e rádio e foram muito comuns nos anos 40 e 50.

Ver vitrola

Ver gramofone