Vitrola

Tipo de aparelho de som para tocar discos de baquelite. Consiste de uma caixa que acomoda o prato circular, que gira no sentido horário e que é acionado por uma MANIVELA. Não era, portanto, movido à energia elétrica.Este aparelho sucedeu o gramofone e foi o antecessor da eletrola.  No centro da caixa há um pino central onde se encaixa o disco. Para se ouvir o disco, desde o início, a agulha é colocada na borda externa do disco. A velocidade de rotação do prato podem ser de 45 ou 78 rotações por minuto dependendo do modelo do toca-discos e do disco que será tocado.

Ver eletrola

Ver gramofone

Voluta

Elemento decorativo em forma de espiral muito comum no reino animal e que lembra um caracol (caramujo). É muito empregado para dar arremate (acabamento) aos capitéis de colunas jônicas, da Grécia antiga. Mas é também um dos símbolos da arquitetura barroca.

Wedgwood, porcelana; jaspe azul

Tipo de porcelana inglesa fundada , em 1759, por Josiah Weedgewood, na localidade de Staffordshire, inspirada nos motivos da antiguidade clássica. A manufatura ficou consagrada universalmente pelos trabalhos de gosto neoclássico em fosco azul. A este tipo de material é dado o nome de “jaspe azul”: figuras gregas, vasos, piras, frisos e figuras mitológicas são executados em branco, contrastando com a base azul.

O jaspe azul foi usado para inúmeras finalidades: placas para guarnecer portas de móveis, caixas de relógios, peças comemorativas de fatos históricos inglesas.

Atualmente continuam o fabrico de peças ao gosto antigo. Porém, em tonalidade azul mais forte, existindo ainda em tonalidades cinza-verde e alaranjado, sendo, no entanto, os jaspes azuis os mais característicos.

WMF

WMF: abreviação para Wurttembergische MetallWaren Fabrik (ALEMANHA) É considerada uma das mais importantes fábricas de metais artísticos do mundo. Em parceria com grandes cristaleiras (Baccarat, Saint Louis…) criou peças fantasticamente bem elaboradas, ricas em detalhes. Especialmente no período Art Nouveau (1890-1915). As peças WMF são raras, colecionáneis e a fábrica possui catálogo de suas peças mais especiais. Sua “marca registrada” é a estampa de uma cegonha, geralmente dentro de um losango ou simplesmente as iniciais “WMF”. O metal mais utilizado nas “obras de arte” geralmente era o peltre.

Xícara Bigodeira

Tipo especial de xícara masculina. As “bigodeiras” floresceram durante a era vitoriana (final do século XIX). Muitas vezes, cera era aplicada para no bigode para mantê-lo agradavelmente rígido. E aí estava um problema que surgiu quando vapor que provinha das xícaras de chá quente ou café eram levadas até a boca para se beber: o vapor derretia a cera e ainda a enviava para dentro da xícara. Finalmente, Harvey Adams, um inglês inovador, em 1860 veio com uma invenção incomum: “a xícara de bigode”. Esta tinha uma borda (um aparato de louça), chamada de guarda-bigode. A saliência tem uma abertura semicircular contra a lateral da xícara. O bigode assim, podia descansar seguro e seco sobre a guarda, enquanto se tomava uma bebida quente através da abertura. A nova invenção se espalhou rapidamente por todo o continente europeu. Uma multiplicidade de xícaras de bigode foram feitas por fábricas famosas, como Meissen, Royal Crown Derby, Imari, o Royal Bayreuth, Limoges e outros. Cada fábrica criou sua própria versão deste utensílios de mesa masculino e a notícia de que a invenção logo se espalhou para a América. Com a queda da moda do “bigode com cera”, a produção deste tipo de xícaras caiu em decadência. São objetos raros – colecionáveis.

Muitas pessoas (e até antiquários) confundem, julgando e divulgando que a função deste tipo de xícara é para não SUJAR o bigode. Informação equivocada!